Quer Quer saber como está sendo o dia-a-dia da Mostra de Música da Cena Independente de Bandas de Rock?
Veja abaixo fotos e um breve comentário de cada banda participante. Se preferir, se programe, escolha o dia e vá pessoalmente ao teatro curtir o melhor do rock!
Dia 18/02
A Banda Us´Gardenau mostraram que de bobos não tem nada e “mandou um som do bom” pra galera que acompanhou a abertura do evento, no primeiro dia da Mostra.
Dia 19/02
Segundo dia da Mostra teve a apresentação da Banda Nóia. Até que o nome era sugestivo, mas seu integrantes estavam “super” concentrados e fizeram uma “super” apresentação misturando som pop e letras irreverentes!
Dia 20/02
A Banda Zodíaco levou ao palco canções próprias em inglês e um “som mais metal” abrilhandando a noite de sábado.
Dia 21/02
Não havia mais lugar na plátéia. A Banda Evon´ arrastou uma multidão para o teatro. O show foi muito impolgante e o público ficou o tempo todo dançando e cantando com os músico. A banda relembrou algumas canções clássicas e mostrou um som pop com composições próprias.
Confira também fotos do Público que está frequentando a Mostra de Música
E o público mais lindo da cultura também frequenta o Grande Otelo. Adultos, crianças e familias inteiras, todos unidos “curtindo o melhor do rock” no Espaço Cultural Grande Otelo.
O Espaço Cultural Grande Otelo é o templo do Rock.
Com inicio no dia 18 de Fevereiro, a Mostra de Musica da Cena Independente de Bandas de Rock já é um evento para entrar para história da musica independente da cidade e da região. Em contraste com o mês do carnaval, se apresentam bandas dos mais variados estilos do rock, uma a cada dia até o dia 28 de Fevereiro, no palco do Grande Otelo.
É com certeza a maior reunião das bandas de rock do cenário underground. Se programe e confira. Afinal, quem falou que FEVEREIRO é só carnaval?
Programação Mostra de Música da Cena Independente de Bandas de Rock – 2010.
Dia 18/02 – Banda Us´Gardenau
Dia 19/02 – Banda Noia
Dia 20/02 – Banda Zodíaco
Dia 21/02 – Banda Evon,
Dia 23/02 – Banda Baudelaine
Dia 24/02 – Banda Rádio Attak
Dia 25/02 – Banda Marcião
Dia 26/02 – Banda No way
Dia 27/02 – Banda Perplexos
Dia 28/02 – Banda Skaff e encerramento do evento. - 18:30h
Espaço Cultural Grande Otelo realiza
Festival de Rock que movimentará as
bandas independentes de Osasco e região mo mês do Carnaval.
18/02/10
hora: 20:00
onde: Rua Dimitri Sensaud de Lavaud, 100
detalhes:
Quem disse que FEVEREIRO é só CARNAVAL?
O Espaço Cultural Grande Otelo apresenta:
I Mostra Musical da CENA INDEPENDENTE de bandas de Rock.
Osasco 2010.
De 18 até 28 de Fevereiro de 2010
Espaço Cultural Grande Otelo – 20h.
Rua Dimitri Sensaud de Lavaud, 100 – Vila Campesina – Osasco.
Divulgar, promover e proporcionar o intercambio de músicos e das bandas de rock da Cena Independente de Osasco e Região, bem como valorizar o compositor, incentivando a criação musical. A mostra também dará incentivo as três melhores musicas escolhidas no evento, premiando as respectivas bandas indicadas com agendamento gratuito de shows no no teatro do Espaço Cultural Grande Otelo.
Neste artigo, Chico Pelúcio, ator, diretor de teatro e integrante do Grupo Galpão, de Minas Gerais, fala sobre democratização, fortalecimento e sustentabilidade do teatro. Ele usa a sua experiência nas artes cênicas e a trajetória no Galpão para fortalecer seu texto com argumentos sólidos, contextualizando-os na realidade social e econômica vivida nos últimos anos do Brasil.
A valorização do teatro coletivo: a experiência do Galpão Cine Horto
Por Chico Pelúcio
Como em todo fim de ano, na virada do milênio, o “mundo” prometeu parar de fumar, emagrecer uns quilinhos, ter tempo para si próprio e para seus filhos, amar a África como a si mesmo, privilegiar a qualidade e não a quantidade, traduzir em trabalho e comida parte dos ganhos da especulação financeira, desaquecer o planeta, cuidar da água como se cuida do carro novo, tirar o filtro escuro dos vidros do carro para ver e ser visto, aprender a ler Fernando Pessoa e dormir com os dois olhos sem medo de bombas.
No Brasil, além dessas prometidas mudanças, apostamos no fim da corrupção, na hora e vez do bom senso e da justiça, na hora e vez de um país onde os interesses coletivos estivessem acima da perpetuação espúria do poder dos parlamentares, que haveria mais investimentos na saúde do Estado do que na venda de sua falsa imagem, que a arte, cultura e educação seriam tratadas como fundamentais na construção da nossa NAÇÃO BRASILEIRA.
Nem dez anos se passaram e nossas expectativas caíram na vala comum da desesperança. O Brasil, há muito proclamado o país do futuro, esconde debaixo da euforia econômica a podridão ética dos poderes. Como se o fim justificasse todos os meios, mesmo que iguais aos dos períodos mais obscuros da história deste país. Com os mesmos protagonistas e com as mesmas práticas, apesar de raras exceções.
Devíamos aprender com a arte, área em que o “como” fazer é tão importante quanto o “quê” fazer. Se atentos, veríamos que é na cultura que vem se experimentando caminhos mais interessantes para se inventar um país digno. Um Brasil de muitas culturas que, no balanço da “sururuca”, misturou cores e almas, criando um arco-íris único de tons e sobre-tons especiais, unindo o Oiapoque ao Chuí. Nessa extensão continental podemos vivenciar as mais criativas formas de sobrevivência e de manifestações simbólicas dos diferentes povos.
Perceber essas particularidades e, a partir delas, elaborar nosso “modo de vida e de organização”, nas diversas esferas da sociedade, me parece razoável para encontrarmos um caminho próprio. “Antropofagiar” os pós – e os próprios – modernistas, mesmo nos dias de hoje, pode ter sentido se incluímos nessa refeição as atuais e diferentes formas de organização e manifestações culturais do Brasil continente.
A busca por novos caminhos
E foi no lusco-fusco do velho para o novo milênio que o teatro apontou uma volta fortalecida e sistematizada aos princípios coletivos de criação e de interlocução com a sociedade. Ao se opor à era dos encenadores, do teatro corporal, do individualismo, do “salve-se quem puder” e do modelo “winner” de ser, permitiu o florescimento de grupos e processos em que, na horizontalidade da construção, obras cênicas buscaram novos caminhos.
A necessidade de falar do contemporâneo leva, entre outras coisas, ao aparecimento de uma dramaturgia presente na sala de ensaio, compartilhando e dividindo a escrita com o ator em cena, com o diretor, com o iluminador, com o cenógrafo, figurinista, enfim, com todas as pontas de criação, num processo simultâneo de elaboração de uma peça.
Não se trata de “uma casa da mãe Joana” onde ninguém manda. O que há é uma abertura para que sugestões e questões sejam levantadas. Entretanto, a organização desse material fica a cargo do responsável de cada segmento e que assina a obra como tal. Dessa forma, o que se tem experimentado, ao final, é um sentimento autoral, colaborativo e uma apropriação profunda dos conceitos do espetáculo por toda a equipe.
Além disso, seja por necessidade ideológica ou de sobrevivência, muitos grupos têm buscado formas de interlocução com a sociedade que vão além dos seus próprios espetáculos. Para se alcançar tais objetivos, tem sido fundamental que cada grupo tenha sua própria sede de trabalho. Esses espaços, normalmente localizados fora das áreas centrais das cidades, possibilitam, dentre outras coisas, a consolidação dos grupos, melhor resultado artístico, descentralização e democratização do teatro, humanização do entorno e oportunidade de formação para os moradores dos bairros. E, principalmente, um diálogo direto com essas populações, valorizando e articulando seus bens simbólicos.
Foi nessa onda que surgiu o Galpão Cine Horto, no final dos anos 90, com a intenção de ser um centro cultural vivo, dinâmico e cheio de gente e idéias. Com claro recorte no teatro e suas derivações, buscamos, antes de tudo, abrir nosso olhar e sensibilidade para estabelecer de fato um diálogo com as demandas artísticas, com as novas tendências e, através do conceito coletivo que orienta as ações do Grupo Galpão, implantar diversos projetos de formação, difusão, fomento e pesquisa teatral.
Ao longo dos onze anos de existência da Casa, descobrimos com Guimarães Rosa algo assim: a verdade não se revela na saída e nem na chegada, mas no meio da travessia. Quero dizer, tínhamos um ponto de partida, mas a travessia foi aos poucos reinventando os caminhos. Nossa determinação, nossa busca permanente de aperfeiçoamento e a profissionalização foram fundamentais para alcançarmos certo frescor nos projetos, o que só foi possível na medida em que abrimos nossos radares para fora, para a rua, para a praça mais próxima, para o mundo.
Nunca tivemos a pretensão de inventar a roda e sempre que podemos buscamos aprender com quem sabe mais. E esse encontro de saberes, de necessidades e de realidades quase sempre resulta em uma terceira possibilidade com cor, cheiro e modo de fazer próprios, com a nossa identidade e correspondente à nossa realidade, mas com sotaque do mundo, do além mar e montanhas. E, à medida que esses encontros acontecem, outros tantos horizontes são revelados e novas demandas surgem.
Assim, através dessas trocas e parcerias, em apenas 11 anos, o Galpão Cine Horto ocupou um lugar importante no universo teatral contemporâneo de Minas e se tornou referência de gestão e produção em todo o país. Em parceria com empresas privadas, públicas e com órgãos governamentais, por intermédio das leis de incentivo à cultura estadual e federal, o Galpão Cine Horto tem exercido o papel de elo entre essas instituições, artistas e grupos, prestando um serviço de relevância pública formando redes bastante interessantes.
Deste modo, seja no percurso das viagens do Grupo Galpão pelo Brasil, seja no desenvolvimento das ações do Galpão Cine Horto, canais de comunicação importantes para o fortalecimento da sustentabilidade e da criação no fazer teatral têm sido estabelecidos.
Esse aprendizado me leva a afirmar que é imprescindível a um projeto de gestão na área cultural a abertura para o permanente aperfeiçoamento das ações a serem executadas. É importante que haja sempre um olhar transformador, porém cuidadoso e respeitoso capaz de ler a realidade como tal e o que nela está latente, mas ainda não revelado.
Sem que se conheça o teor das demandas próprias da sociedade, corre-se o risco de se produzir projetos de gabinete, capazes de gerar forças contrárias e paralisar as ações já em curso ao invés de incentivá-las. O resultado é a substituição do que é genuíno e próprio da sociedade por diretrizes equivocadas. Eu diria que a pior combinação é quando um mau gestor se rende exclusivamente aos anseios do mercado e, como camaleão, muda fácil de projeto, de cor e convicção para ganhar algum dinheiro público.
Na área cultural isso se torna ainda mais grave e evidente. São raros os departamentos de marketing das empresas que possuem esse entendimento. E poucas são as empresas que têm uma atuação sólida e consequente que contribui para a construção sadia de suas comunidades. Sequer conseguem entender que, no mínimo, a cultura proporciona melhores consumidores.
E se considerarmos que os artistas e os gestores culturais são os principais interessados nesse embate secular e universal, resta a eles capitanear ações que provoquem mudanças de paradigmas dentro das instituições com as quais mantêm necessárias relações de trabalho.
Como em qualquer segmento prioritário para a sociedade, também na cultura o poder público, por dever constitucional, deveria ter papel fundamental na organização do setor. Assim, acredito que seria o seu papel promover desde a discussão e elaboração de um pensamento de gestão e de política pública para a cultura, como de fato antecipar-se no estabelecimento de prioridades e no apoio às iniciativas já existentes na sociedade.
Ariane Mouchkine, reconhecida diretora teatral francesa, disse que todos os ministérios, além do Ministério de Cultura, deveriam ter um Departamento Cultural. Eu digo mais: por que não fazer o mesmo nas empresas, nas associações, nos sindicatos, nas escolas, nas universidades, nas fundações, nos bancos, nas assembléias legislativas, nas câmaras municipais e no congresso nacional? Sei que muitos vão dizer: “ah, nós já temos o nosso departamento”, mas quando digo Departamentos Culturais quero dizer – Eleonora* me permita o plágio – com “verba e BOM verbo”. Aí o bicho pega…
(*Maria Eleonora Santa Rosa, ex-secretária de Estado da Cultura de Minas Gerais)
Chico Pelúcio é ator, diretor de teatro, integrante do Grupo Galpão e diretor geral-fundador do Galpão Cine Horto.
Veja matéria publicada no Correio Paulista, por Eduardo Dias
Osasco, Sexta – Feira, 30 de Outubro
FENAPO, uma festa de talentos no Grande Otelo
Semana passada, Osasco viveu sob o signo dos aplausos, das vocações artísticas, do amor à poesia, sejam elas declamadas, encenadas, em vídeo ou em fotografia. E tudo por conta da 10ª edição do FENAPO (Festival de Poesias….) que apresentado por Eliabe Vicente, Nicéia Rodrigues e Guina Vitória (em dias intercalados), revelou talentos e evidenciou o amor maior por essas performances culturais. O evento, que contou como jurados Vivian Avellar, Leandro Oliva e este articulista, foi apresentado de 20 a 25 de outubro, apostou na diversidade cultural, mostrando os efeitos poéticos de nomes como Jonas Torquato Neto ( e seu texto “O Que Será Poesia?”) Paulo Sérgio ( e a emocionante “Casa Vazia”), Sabrina da Paixão interpretando “Noturno”, de Carlos Drummond de Andrade, Obsessão, escrita por Denilson Bento, na voz de Danny Leite e tantos outros. A 10ª edição do FENAPO também mostrou a performance genial de Alexandre Bojar em “África”, destacando agora suas indignações com o racismo, com essa questão da escravidão, com esse mundo que intitulam de “derrotados”, mas se a gente for ver é dos grandes vitorisosos. Bojar, que no ano passado, performatizou “A Lua Que Menstrua”, de Elisa Lucinda, apaixonou o público novamente, mostrando talento e genialidade na compreensão do seu texto, da sua ótica artística. E o que falar de Elias da Rocha da Cruz, que com seu texto “Imprudente” colocou o público para pensar na união entre o universo dos trens e a própria jornada da vida? O mundo marginal foi o tema de Jeff Brito, que fez questão de construir o seu tipo como um sombra, aquela figura que ninguém nota, que ninguém percebe, mas que está ali sempre em volta do cotidiano, agregado a ele, a esse dia dia tão contundente, tão singular. Jeff deu voz a tudo isso, pontuando a sensibilidade do texto “A Indiferença de um Corpo no Chão”. Foram tantas histórias, tantas poesias declamadas vindas do imaginários de poetas conhecidos ou não, que o talento redesenhou começos e novas histórias. Na poesia encenada, foi difícil não se envolver com a profundidade de “Memórias de um Manicômio”, interpretado pelo grupo “Qualquer Coisa a Gente faz outra Coisa”. Os atores mostraram coerência em um texto difícil, denso e cheio de questionamentos. Não caíram nas caricaturas de loucos e deixaram o público hipnotizado durante a encenação. Outro momento que eternizou a 10ª FENAPO foi a performance de “Primavera”, com o “Grupo Girassol de Teatro”. E ali o público se deliciou com as atuações dos atores completamente entregues a essa estética chaplianiana, de elegia ao amor, ao tempo e a tudo que remete ao verbete felicidade. Com essas imagens, ganhadores de tantos prêmios, a 10ª edição do FENAPO pontuou que Osasco é um celeiro de cultura, de revelações de artístas, de gente apaixonada pelo universo literário, tão bem entendido por Marili Alexandre e seu grupo de estudos “Pé de Poesia”, que através de apresentações e encenações mostra que existe sim uma abertura para quem acredita no poder transformador da arte, da cultura. Isso sem contar com a apresentação de “Canção para os Fonemas da Alegria”, um jogo cênico fascinante, unindo brincadeiras com o corpo e jogos com máscaras faciais. Como se vê, a cidade, no próximo ano, se prepara a “11º edição do FENAPO, que já faz parte do calendário oficial da cidade, e que continue assim ,sempre abrindo espaços e promovendo mais um capítulo da arte na Região Oeste. (ED)
Categoria Encenada e Declamada – Premio Especial do Juri:
Revelação Declamador(a) – Ana Karina
Melhor Conjunto (Grupo) – Grupo Girassol
Melhor trabalho de Expressão Corporal através da poesia: Guilherme Maciel
Categoria Declamada
1º AlexandreBojar
2º Jeff Felix
3º Sabrina da Paixão
Indicados:
Dani Leite
Shirley Gomes
Categoria Encenada
1º Lugar: Memórias deum Manicômio – Grupo Qualquer Coisa a Gente faz Outra Coisa
2º Lugar: Primavera – Grupo Girassol
3º Lugar: Canção para os Fonemas da Alegria – Grupo Eufórric@s
Indicado:
Simplesmente Amor – Grupo Paralelepído
Cenário:
Memórias de um Manicônio – Grupo Qualquer Coisa aGente Faz Outra Coisa
Indicados:
O Romance – Grupo The Sicrets
Yama – Grupo Ter Ato Cor Ação
Figurino:
Memórias de um Manicônio – Grupo Qualquer Coisa aGente Faz Outra Coisa
Indicados:
Principes desencantados – Grupo Pé de Poesia
Yama – Ter Ato Cor Ação
Maquiagem:
Primavera – Grupo Girassol
Indicados:
Simplesmente Amor – Grupo Paralelepído
Yama – Grupo Ter Ato Cor Ação
Sonoplástia:
Primavera – Grupo Girassol
Indicados:
Principes desencantados – Grupo Pé de Poesia
Memórias de um Manicônio – Grupo Qualquer Coisa aGente Faz Outra Coisa
Atriz:
Isis Rodrigues – Grupo Qualquer Coisa a Gente Faz Outra Coisa
Indicadas:
Tabata Iori – Grupo Qualquer Coisa a Gente Faz Outra Coisa
Veruska Meira – Grupo Girassol
Ator:
A-X Nunes – Grupo Girassol
Indicados:
Diego – Grupo Girassol
Guilherme Maciel – Grupo Qualquer Coisa a Gente Faz Outra Coisa
Direção:
Memórias de um Manicônio – Grupo Qualquer Coisa aGente Faz Outra Coisa
Indicados:
Primavera – Grupo Girassol
Canção para os Fonemas da Alegria – Grupo Eufórric@s
Categoria Escrita Adulto:
1º Lugar – Silêncio – Vera Lucia Godói
2º Lugar – Palavras – Drielly Almeida
3º Lugar – Coliri e o Falcão – Jonas Torquato
Categoria Escrita Juvenil:
1º Lugar – Desabafo das Rosas despetaladas – Guilherme Maciel
2º Lugar – Aquarios – Guilherme Mazzi
3º Lugar – Estrada Imaginária –
Categoria Video Poesia:
1º Lugar – Joana Viaja Com Joan – André Monteiro
2º Lugar – Amém – Matheus Bonassa
3º Lugar – Silêncio na multidão – Rafael Brandão
Foto Poesia
1º Lugar – Trê Canticos de Neruda – Rafael Monteiro de oliveira
O Festival Nacional de Poesia de Osasco, FENAPO iniciou no dia 20 e vai até o dia 25 deOutubro 2009. São diversas categorias que se utiliza da poesia como processo criativo. Video Poesia, Foto Poesia, Poesia Declamada, Poesia Escrita e Poesia Encenada.
Veja a programação completa do evento, acesse: http://culturaoz.com/fenapo ou pelo telefone: 11-3699-5618
Esperamos por você no FENAPO 2009 – Você em cena!
O Festival Nacional de Poesia de Osasco, FENAPO iniciou no dia 20 e vai até o dia 25 deOutubro 2009. São diversas categorias que se utiliza da poesia como processo criativo. Video Poesia, Foto Poesia, Poesia Declamada, Poesia Escrita e Poesia Encenada.
Veja a progrmação comleta do evento, acesse: http://culturaoz.com/fenapo ou pelo telefone: 11-3699-5618
Você gosta de cinema? Que tal participar da categoria VÍDEO POESIA? – Você pode fazer um filme de até cinco minutos. A história que você irá contar, precisa partir de uma poesia, que poderá ser sua ou de autores consagrados.
O seu lance é fotografia? Que tal contar uma história com até três fotos? A sua história tem que partir de uma poesia, que poderá ser sua ou de autores já consagrados.
Mas se você gosta mesmo é de escrever poesia, não perca tempo, envie para o FENAPO e participe da categoria ESCRITA.
Se você também gosta de declamar poesia, sendo sua ou de outros autores, você poderá participar da categoria DECLAMADA.
Se você e seus amigos tem um grupo de teatro, que tal encenar uma poesia? O FENAPO também tem a categoria ENCENADA. A encenação também tem que partir de uma poesia.
Agora, se você gosta de tudo isso e quer somente assistir, não perca as apresentações dos trabalhos nos dias 20, 21, 22, 23, 24 e 25 de Outubro as 20h no Espaço Cultural Grande Otelo, em Osasco.
Se ainda assim você ainda não se viu em cena, que tal indicar para aquele seu amigo que gosta de artes e literatura?
O FENAPO foi realizado pela primeira vez no mês de outubro e aconteceu no Teatro do SESI – Piratininga, na Zona Norte de Osasco. De lá para cá, passaram-se dez anos e todos os anos, no mês de Outubro, poetas, escritores, cineastas, atores e atrizes e amantes das artes se encontram nesse que é o maior MIX de linguagens que se utilizam da POESIA como instrumento principal para o processo criativo.
Se você conhece o FENAPO somente de ouvir falar, estou postanto alguns links das ultimas edições para você que quer ter mais referências, saber o que já aconteceu… e se você já conhece reelembre excelentes momentos dos anos de 2006, 2007 e 2008.
Boa viagem no túnel do tempo do Festival Nacional de Poesia.Fique a vontade, queremos ver Você em Cena!
Para viajar ao passado do FENAPO, acesse os links:
Olá! Nesse artigo você vai conhecer quais os temas ou assuntos mais requisitados na carreira de um ilustrador.
Ilustrar é comunicar por figuras, representar idéias com imagem que possam atender as necessidades de comunicação dos diversos setores da sociedade. Isso implica para o ilustrador ou artista visual saber abordar e desenvolver diferentes tipos de temas com o desenho. Veja abaixo os principais temas. Esta lista é ótima para quem quer montar um portifólio, ou para quem quer exercitar a arte da ilustração!
Tom Zé, nome artístico de Antônio José Santana Martins (Irará, 11 de outubro de 1936) é um compositor, cantor e arranjador brasileiro.
É considerado uma das figuras mais originais da música popular brasileira, tendo participado ativamente do movimento musical conhecido como Tropicália nos anos 1960 e se tornado uma voz alternativa influente no cenário musical do Brasil. … LEIA MAIS: TOM ZÉ EM OSASCO – E DE GRAÇA
Resumo do que aconteceu nos últimos meses na cidade com relação as diversas manifestações artísticas, para você manter-se sempre muito bem informado do que rola na Cultura da CIDADE
Falando de Música!
A prefeitura de Osasco, através da Secretária de Cultura de Osasco tem incentivado a produção musical na cidade. Em julho aconteceu o “Canto de Julho” em Osasco. Organizado pelo Espaço Cultural Grande Otelo, o evento contou com a participação de 64 bandas que se apresentaram simultaneamente nos palcos da Escola de Artes e do Teatro Grande Otelo. O Canto de Julho é a maior Mostra de Música do estado de São Paulo e já faz parte do calendário municipal de cultura.
Em agosto foi a vez do Festival de Música de Osasco, que contempla 3 gêneros: Gospel, MPB e Sertanejo. Celebrando o dia 8 de agosto, onde comemora-se o dia … LEIA MAIS: Cultura na Cidade